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<title>Os alternativos e a resistência ao autoritarismo</title>
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<title>CIRCUS, SILÊNCIO, O VAPOR E CEMFLORES: CONTRACULTURA E RESISTÊNCIA.</title>
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<description>CIRCUS, SILÊNCIO, O VAPOR E CEMFLORES: CONTRACULTURA E RESISTÊNCIA.
OUTROS
Resumo&#13;
 &#13;
Este conjunto de publicações, de existência breve e com características comuns, constituiu espaço para a expressão de ilustradores, escritores e poetas. Vapor e Circus eram editados pelo ativista cultural Rodrigo Leste e começaram a ser produzidas nas dependências do Diretório Central dos Estudantes da UFMG. Silêncio era editada por um grupo de estudantes e artistas ligados principalmente à Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG. Cemflores era um jornal de poesia e representava uma resistência artística – da palavra e da imagem – contra a ditadura militar. A organização do jornal teve início no “bandejão” da Faculdade de Medicina/UFMG. Carlos Barroso, Luciano Cortez, Marcelo Dolabela, Avanilton de Aguilar integravam a equipe que criou o jornal. Nelas, expressava-se uma contracultura juvenil, cujo engajamento político não era manifesto e direto. De periodicidade incerta, são pouco citadas na bibliografia e possuem raros exemplares em arquivos oficiais.
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<title>Jornal dos Bairros: o jornalismo e o cotidiano da classe trabalhadora</title>
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<description>Jornal dos Bairros: o jornalismo e o cotidiano da classe trabalhadora
Comissão da Verdade em Minas Gerais, COVEMG
Jornal dos Bairros: (1976-1981). Em 1976, o Jornal dos Bairros nasce em uma fase da ditadura na qual os movimentos sociais começam a se reorganizar. Muitas iniciativas como essa surgem em meados da década de 1970, como resposta a uma mobilização da sociedade brasileira após a vitória do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em 1974, e também em vista a menor rigidez da censura à Imprensa nessa época.&#13;
Tinha como proposta retratar o cotidiano da classe trabalhadora, como forma de resistência ao autoritarismo. O jornalismo praticado por sua equipe buscava dar voz aos movimentos populares, realizando uma cobertura que não tinha espaço na grande imprensa mineira, de viés conservador. O Jornal dos Bairros circulou até 1981.&#13;
Contém transcrições da audiência pública sobre Censura realizada pela Comissão da Verdade em Minas Gerais.
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<title>Jornal De Fato: mais liberdade para o exercício do jornalismo</title>
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<description>Jornal De Fato: mais liberdade para o exercício do jornalismo
Comissão da Verdade em Minas Gerais, COVEMG
Criado por um grupo de jornalistas jovens, egressos da grande imprensa, em 1976, o De Fato pretendia criar um espaço de autonomia para o exercício profissional do jornalismo. Seus idealizadores acreditavam ser necessário lançar-se na luta contra a grande imprensa, em seu processo de “assujeitamento” do profissional.162. Suas matérias denunciavam as más condições de vida da população, os crimes da ditadura e apoiavam as campanhas pela anistia e pela assembleia constituinte. O De Fato existiu até o final de 1978. &#13;
Contém transcrições da audiência pública sobre Censura realizada pela Comissão da Verdade em Minas Gerais.
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<title>O Binômio: um alternativo anterior ao golpe</title>
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<description>O Binômio: um alternativo anterior ao golpe
Comissão da Verdade em Minas Gerais, COVEMG
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